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Se por acaso vos pedirem para tirar as medidas numa praia não fiquem surpreendidos. Este Verão, a Indústria de Vestuário vai tirar as medidas a mais de 2.000 portugueses. O objectivo é conhecer as características físicas dos portugueses e melhorar o desenho e adequar o tamanho do vestuário para o mercado nacional. Uma iniciativa de se tirar o chapéu!

Mil homens e mil mulheres vão ser medidos para melhorar o nosso vestuário

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Plataforma da Música

A terra onde nasceu Portugal apoia a música nacional e são estas iniciativas que eu gosto de ver. A 2ª edição da Plataforma da Música decorre entre os dias 12 Julho a 4 de Agosto e reúne grandes vozes da actualidade nacional, entre os quais alguns dos meus favoritos Deolinda e António Zambujo. Conta, ainda, com a participação do cantor brasileiro Tom Zé e o flamengo Diego el Cigala. Os estudante usufruem de desconto no preço dos bilhetes e alguns concertos são gratuitos – The Gif, Os Azeitonas e banda vimaranense Fragmentos. Uma boa opção para as noites quentes de Verão.

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Isto da criatividade…

Quando criei o blog assumi o compromisso (comigo mesma) de o manter actualizado e com aspecto saudável. No entanto, ser blogger não é tarefa fácil. As melhores ideias surgem nos momentos mais inesperados e inoportunos. Sarrabisco uns rascunhos e fica a promessa para mais logo fazer. As horas passam, os dias acumulam-se e formam-se semanas com projectos atropelados em papéis. Mas a criatividade, tal como uma pequena planta, tem de ser tratada com carinho: regar todos os dias, tirar as ervas daninhas e nunca nos podemos esquecer que ela existe.

A minha, confesso, que já teve melhores dias. A culpa ou é da falta de tempo, ou do despertador que me obriga a ser responsável todas as manhãs, ou da idade ou simplesmente da rotina. Não faltam justificações para não pensar. Mas a vontade de criar algo novo está sempre aqui a suplicar por liberdade. Isto não é fácil mas é possível. ‘Borá lá Vanessa, há muito muito que fazer.

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This time for Africa

Já que partilhei o meu fascínio por África não posso deixar de escrever que estou rendida ao padrão Africano. Talvez estivesse desatenta mas só agora prestei atenção às cores terra, tipicamente quentes, e aos padrões afro presentes em várias peças nesta colecção. À primeira vista, estas peças podem ser confundidas com o padrão étnico mas os elefantes e giravas não deixam dúvidas quanto à origem. Eu já “adquiri” uns elefantezinhos e vou levá-los a passear este fim-de-semana num fresco top de Verão.

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Mas atenção que o padrão Africano a que me refiro nada tem a ver com o padrão leopardo, tigre, zebra ou serpente. Esses já deram o que tinham a dar e a moda agora é outra. Além disso, o “novo” padrão Afro (vamos chamar-lhe assim) vem reforçar o mix de padrões que se tem revelado como tendência forte e com resultados bem interessantes.

Reina a balbúrdia total!

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Nunca é tarde

“Cheguei aos 35 anos com um portátil, uma máquina fotográfica, uma Sachs encostada na garagem de um amigo, zero filhos e uma conta subnutrida no banco. Tenho o património limitado às fronteiras do couro cabeludo.”

Não foi preciso ler mais e dei por mim na fila da FNAC a comprar mais um livro para a minha interminável lista de espera – “livros para ler”. Prometi a mim mesma que só voltava a comprar livros quando terminasse de ler todos os que tinha na mesinha de cabeceira mas, por vezes, disciplina não é o meu nome do meio!

Se bem se lembram, recentemente, dei as boas vindas a uma nova rubrica destinada a partilhar as minhas aventuras literárias e Nunca é tarde foi o escolhido para dar o pontapé de saída. Escrito por Carlos Carneiro (filho) este livro reúne as crónicas da viagem de pai e filho à volta de África numa velhinha Renaul 4L. O título, em jeito de slogan motivacional, não poderia ser melhor para descrever os 40 000 km percorridos entre 27 países e o reencontro entre o pai, engenheiro reformado de 70 anos que nunca acampou, e o filho, viajante profissional de 35 anos que nunca assentou.

Não tivesse eu as minhas rotinas diárias para cumprir, entre as quais trabalhar, e aposto que não demoraria mais do que um dia a ler “Nunca é tarde”. E se já sentia um fascínio por África, fiquei com mais vontade de explorar este continente que é tão rico pela diversidade de sensações, doenças, burocracias, corrupção e gentes tão diferentes.

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Ainda não tinha lido nenhum livro do género talvez porque, à boa maneira portuguesa, pensasse que viajar não é profissão, muito menos escrever livros de fazer inveja a quem não sai do sítio, ou simplesmente porque não tinha despertado em mim o merecido interesse. No entanto, considero que é preciso ter muita coragem para abandonar a zona de conforto, abdicar da vida que é considera como certa – ter um emprego, casar, ter filhos, comprar casa e carro – e partir à aventura a coleccionar histórias por esse mundo fora.